terça-feira, 5 de agosto de 2014

Agora é a vez das passagens baratas!

Já temos estadia grátis, agora vamos comprar passagens aéreas baratas. Dicas quentinhas!

Não importa se você morre de medo de viajar de avião como eu (mesmo viajando muito, o meu medo nunca passou), você vai ter que superar esse medo, se dopar de remédio ou chorar a viagem toda, mas vai ter que encarar um avião! Se tiver que passar medo, que seja barato, nao acham?

Sabe aquelas dicas gerais, mas que fazem toda a diferença?!  Aí vão elas:

  • Viaje em baixa temporada - passagens caem até metade do preço em baixa temporada e a chance de encontrar horários melhores e voos com menos escalas aumentam.
  • Tenha datas flexíveis – caso você não tenha a opção de viajar em baixa temporada (e mesmo tendo), busque preços de passagens em várias datas, às vezes uma passagem apresenta valores muito diferentes com apenas um dia de antecedência. Pesquise e adapta-se a isso. FLEXIBILIDADE sempre!
  •  Pesquise muito – busque em sites de busca, sites das próprias companhias aéreas, agências de viagens (faça cotação em todas em sua cidade) e até agentes autônomos. Afinal, quem procura, acha!
  • Busque com antecedência – quanto antes você comprar, mais barato vai pagar. Porém, não se desespere, se você seguir a dica anterior, vai encontrar promoções e passagens de última hora baratas também. No meu caso, sempre compro de última hora por falta de planejamento e sempre consigo preços ótimos.
  •   Fique ligado em promoções – normalmente elas ocorrem em baixa temporada, mas isso não é uma regra. Acesse os sites de busca, cadastre-se em todos e fique ligado quando alguma chegar.
  •  Voe com companhias low-cost: Se estiver fazendo mochilada, viajando entre países próximos e quer gastar muito pouco, VOE com essas companhias, que são conhecidas já por apresentar preços baixíssimos. Elas conseguem isso por não incluírem refeições durante os voos e normalmente tem um limite menor de bagagem (que você pode acrescentar e pagar por peso extra caso necessite). Cuidado! Leia bem ao comprar as passagens, companhias low-cost asiáticas são ótimas e tudo está especificado com os valores. Porém, há companhias aéreas low-cost, como a Rayanair, por exemplo, que  cobram 60 euros caso seu bilhete aéreo não esteja impresso na hora do check in e 10 euros a cada kg excedido do limite imposto. Mesmo assim, super indico e isso com certeza vai reduzir muito o custo de sua viagem – esteja atento!


Alguns dos sites que utilizo para buscas de passagens aéreas:

  1. Sites que busca em outros sites: Esses sites buscam promoções em sites diversos e te redirecionam para os mesmos. Ótima opção por apresentar muitos resultados;
  2. Sites de busca normais: 
  3. Companhias aéreas low cost: 
  4. Meu agente de viagens que super indico na busca por passagens baratas

Preste atenção em sites como decolar.com e outros. Eles apresentam valores baixos, porém AS TAXAS NÃO ESTÃO INCLUSAS, ao finalizar a compra o valor inicial duplica e então você percebe que perdeu muito tempo para comprar uma passagem.

Viu como tá fácil e barato viajar?




quinta-feira, 10 de julho de 2014

Estadia Grátis...partiu pro mundo!

Já tava barato ficar em hostel né?! E que tal ficar em um hostel sem pagar? 

É a idéia do site  Worldpackers . Simples, você se registra no site de forma fácil e segura e busca hostels pelo mundo para trabalhar.  Resumindo: Você trabalha como voluntário por um período curto de tempo e ganha estadia, além de praticar o idioma, estar em um ambiente muito descontraído e conhecer muita gente e talvez, até aprender habilidades novas.
Ainda não tentei essa modalidade, mas já me registrei e estou planejando isso para o próximo mochilão. Indicado principalmente para países onde os preços do hostels e o custo de vida são mais altos!

E a melhor parte sempre no final...

Que tal ficar grátis e sem precisar trabalhar? E quem sabe descolar refeições e passeios sem custo?!

Bora fazer um Couchsurfing , ou seja, curtir um sofá grátis pelo mundo!
Funciona assim: entre no site e cadastre-se - tem a opção de site pago e o grátis. A idéia do criador do site era oferecer sofás GRÁTIS ao redor do mundo para viajantes e aproveitar para conhecer culturas novas, através de um site sem custo nenhum, ou seja, pode utilizar a versão que não inclui custos tranquilo (uso essa também).
Segunda etapa é criar um perfil com alguns dados de personalidade e uma foto (de preferência) e colocar se você está buscando lugar para ficar ou quer oferecer a sua casa para alguém que vier, ou ambos.
A partir daí, você pode selecionar cidade, datas e entrar em contato com as pessoas disponíveis. Você pode enviar várias solicitações e as pessoas responderão se aceitam a sua presença ou não (já tive várias recusadas, acho que minha foto não tá muito legal hahaha) e também informam se disponibilizarão um sofá, uma cama ou até um quarto para sua estadia.
Além disso, formam-se grupos de couchsurfers pelas cidades e ocorrem encontros frequentes. Aqui em Dongguan - China, formamos um grupo e nos encontramos, nos ajudamos e compartilhamos experiências todos os finais de semana (rola baladinha também - claro).

Meio louco e não parece não seguro pra você? Fica atento nas dicas:

  • O perfil da pessoa está público. Lá estão os dados de quantas vezes ela já hospedou alguém, quais idiomas ela fala, onde mora, e principalmente: comentários de pessoas que já foram hospedadas/hospedaram essa pessoa;
  • Ao solicitar estadia, você envia um e-mail para a pessoa e a partir daí inicia um contato. Pergunte telefone de contato, endereço e faça todas as perguntas que julgar necessário para sentir-se seguro. 
  • Confie! A maioria das pessoas são viajantes também e entendem pelo que você está passando.
  • Entenda que cidades mais turisticas tem tendência a ter mais procura, então não se desespere caso haja demora para responder.
Minha experiência: Busquei couchsurfing em Pequim, tive várias pessoas que me aceitaram, porém me senti mais segura em casa de uma mulher que de homem e principalmente pelos comentários.
SENSACIONAL!!! Ela me buscou no aeroporto, me hospedou por 3 dias, numa cama na sala. Fiz duas refeições diárias em sua casa, me levou até as muralhas no final de semana, nos divertimos muito e principalmente: aprendi muito!

Então não esqueça: tudo depende do país e duração que você ficará. 
Eu fiz couchsurfing em Pequim (otimo ter um chinês com você na China - em Pequim principalmente)
Em minha ida pra Boracay ficarei em hostel pago - são baratos (U$9 a diária) e a melhor opção para 7 dias de praia.
Em minha futura ida ao Japão vai rolar couchsurfing ou o trabalho no hostel - o país possui altíssimo custo de vida e eu baixíssimo salário.

Vamos viajar gente....e sem gastar!

Próximo post...passagens baratas, como conseguir?

Couchsurfing em Pequim



quarta-feira, 2 de julho de 2014

Estadia Barata ao Redor do Mundo!

Conforme prometido, os próximos posts serão cheio de dicas quentinhas para quem quer viajar e gastar pouco, ou até melhor do que isso, gastar nada! Vamos dividir em 3 partes: Transporte, acomodação e atrações gratuitas - talvez até uma quarta parte com dicas extras.

E quem disse que dormir com conforto é caro? Concordo que viajar no Brasil, até mesmo ir para a praia no final do ano quebra o nosso bolso, principalmente com estadia. Mas eu garanto, tá mais barato ficar em Paris que em Itapema! Lá vão as dicas:

1) Fique em hostels: Hostels são mais baratos que hotéis, são totalmente planejados para receber turistas - principalmente mochileiros, jovens e aqueles que viajam sozinhos - e normalmente possuem descontos em atrações turisticas, pacotes de passeios, mapas e todas informações necessárias sobre seu destino. Além disso, dispõe de áreas em comum, para que você conheça mais pessoas, wi-fi e café da manhã grátis.
Não gosta de dividir quarto nem banheiro? Pega um quarto individual.
Mas dica quentinha: Divida o quarto! Conheça pessoas, faça amizades, aprenda uma língua nova!
Tem um lance de fazer a carteirinha de alberguista e conseguir desconto em muitos hostels (albergues) pelo mundo. Como paga-se anuidade, aconselho apenas a quem vai viajar por vários países em um ano.
Alguns sites para reservar hostels, que normalmente utilizo - pode confiar:


  • Fiquem de olho nas avaliações e comentários;
  •  Em cidades que não dispõem de sistema de metrô, busque por hostels com localização melhor, mesmo que isso signifique pagar um pouco mais, afinal compensa por não gastar em táxi;
  •  Dependendo a cidade e a duração de sua estadia, busque por quartos só para mulheres (Female only), caso se sentir mais insegura. 
  • Se resolver ficar mais que uma semana, reserve dois hostels diferentes  - se a cidade for grande - e dessa forma, conheça áreas diferentes e pessoas diferentes também.
  • Cuidado com seus pertences, mas não morra de preocupação. Coloque um cadeado na mala, alguns hostels fornecem safe-lockers (tipo cofres) para você guardar seus pertences de maior valor.
  •  Aproveite! Não se tranque no quarto, acorde cedo, conheça as áreas comuns, conheça pessoas, apaixone-se, ria e acima de tudo, aprenda muito!!!

Divirta-se  e conheça os hostels abaixo:



2) Caso for viajar a estudo ou permanecer um longo período você poderá optar por Residência familiar, residência estudantil ou aluguel do próprio apartamento. Todos tem suas vantagens e desvantagens, porém ainda aconselho a primeira ou segunda opção, afinal, se é pra ficar sozinho em casa, sem contato com o mundo, apenas para descanso, nem viaje! Segue abaixo vantagens e desvantagens:



  • Residência familiar: Você estará inserido 100% em uma nova cultura, se obrigará a praticar o idioma, terá comida e roupa lavadas, ou pelo menos, facilidades para isso. Conhecerá como uma família vive realmente, com rotinas e hábitos e terá toda segurança e experiência que uma família te traz. As únicas desvantagens são a menor liberdade, comparado à residência estudantil. Provavelmente você terá horários para chegar em casa e para as refeições. Note: algumas famílias são mais flexíveis e permitem que você faça suas refeições por conta própria. Além disso, algumas agências lhe dão a opção de estadia com ou sem alimentação nesse caso;
  • Residência estudantil: Quase um hostel, mas não com mochileiros e sim com estudantes, pessoas com o mesmo foco que você. Conhecerá pessoas de todos os lugares do mundo, praticará o idioma, terá liberdade de ir e vir, facilidades para comer  e lavar roupas (porém tudo dependerá de seu esforço - cuidado preguiçosos!). A desvantagem está em você provavelmente dar aquela escapa e acabar praticando mais Português que a língua que você está estudando.

Próximo post: Couchsurfing e hostel grátis!!!

segunda-feira, 30 de junho de 2014

É um barato Viajar e sai barato!

Já me deparei muito com os seguintes comentários:
" Tá indo viajar de novo? Que chique!"
" Não pára de viajar, isso que dá ganhar bem!"
" Quando eu tiver bastante dinheiro também vou viajar!"

Gente! Vocês já viram professor no Brasil ser rico? Vou explicar como não dispor de muito dinheiro, viajar, conhecer o mundo e ainda ter dinheiro pra viajar mais.

Primeiro: Não foque em coisas materiais. Eu não tenho carro, casa própria e muito menos um guarda-roupa cheio de roupas de marca, calçados ou qualquer coisa que aumentaria minha 'auto-estima' social e quebraria meu bolso. Além disso, não sinto necessidade  de um Iphone 5S nem de um laptop Apple, afinal os produtos de custo mais baixo fazem o que preciso também.
Sabe aquela história  de Foco, Força e Fé de quem costuma malhar e postar no facebook?! Pois é, para viajar funciona também!
Tudo depende do que você deseja: Viajar para turismo, estudar ou trabalhar e depende também da duração da viagem, mas as dicas a seguir valem para os três casos e independem da duração da sua viagem:

- Pense em custo-benefício e não status. Um exemplo: Uma passagem para Londres com certeza é muito mais barata que uma passagem para a Tailândia, mas uma semana de gastos na Europa é muito maior que um mês de gastos na Tailândia.

- Quer viajar ou descansar? Se a sua opção for a segunda, vai pra praia, relaxa e volta, gasta pouquinho. Quer viajar, conhecer, aprender, se encantar? Então vá sem pensar em luxo. Reserve estadias em hostels (Pra quem não gosta de quarto compartilhado - que eu indico - tem os quartos individuais); faça um couchsurfing; busque emprego num hostel e fique de graça. Opções não faltam;

- Use transporte público! Táxi o tempo todo é caro em qualquer parte do mundo. Use ônibus, metrô, trem, o que estiver disponível. Se perca, conheça lugares que não esperava conhecer, aprenda a lingua e faça contatos. O máximo que pode acontecer é você se perder, pegar um táxi e voltar à sua acomodação. (Sempre tenha um cartão com o endereço)

- Não compre! Ou viajo ou compro, sempre tive que optar por isso e nunca me arrependi de escolher sempre a primeira opção. Qualquer coisas que você compra, ficará entulhada, parada e ninguém vai entender o significado daquilo como você. Quer guardar lembranças? Elas ficam na memória, nas fotos, muito mais que em objetos acumulados.

- Viaje de transportes coletivos, como ônibus, trens e até ferry. Lembre-se que no Brasil temos meios de  transporte limitados e caros, mas na maioria dos outros países as opções são muito mais amplas. Busque por companhias áerea de low-cost, trens noturnos e até ônibus convencionais - indianos também vale, por que não?

No próximo post continuarei com as dicas, com sites para buscarem passagens baratas, valores e até opções de estadia seguras e confiáveis.

Sem mais desculpas para não viajar pessoal!




quarta-feira, 18 de junho de 2014

Paquistão? Quase!

Índia, Afeganistão, Paquistão, Uzbesquistão, tudo parece a mesma coisa pra quem mora no Ocidente, não é? Pois é! Pra mim também parecia, mas ainda bem que as viagens me fazem, acima de tudo, aprender!

Vivia em Punjab- Norte da Índia. De onde vivia em 2 horas de viagem chegava à fronteira com o Paquistão e, claro, como um bom ponto turístico, não podia deixar de ir! Todos os dias, às 17h havia uma cerimômia de 'fechamento de portões', ou seja, tanto o portão do lado indiano, quanto o portão do lado paquistânes eram fechados - claro que tudo isso com direito a uma cerimônia divertida, indianos correndo, guardas engraçados, barulho e muito calor!


















Lado Paquistânes

A parte mais interessante é ver os dois lados dos portões, saber que era apenas um país há muitos anos e que agora estão divididos assim. E principalmente, a clara divisão de culturas, seja pelas vestes, modo de agir ou caracteristicas físicas. Do lado paquistanes, por se tratar de territorio muçulmano, mulheres de burca, menos população e digamos, mais organização. Já do lado indiano, um vuco-vuco, um barulho e aqueles traços físicos bem característicos.






Lado Indiano

Segundo a Wikipédia: fronteira entre Índia e Paquistão é a linha que limita os territórios da Índia e do Paquistão, estabelecida aquando da independência dos dois estados a partir do Raj Britânico, em 1947. As relações entre os dois estados são muito tensas e a passagem na fronteira de pessoas e bens é estritamente limitada."

Gato!
Lindo!




segunda-feira, 16 de junho de 2014

No Excuses - Sem desculpas

É com autoridade, a partir de agora, que eu afirmo: “Não há desculpas para não fazer um intercâmbio!”. A questão não deve ser: “e se for uma experiência ruim?”; ou: “e se eu não conseguir tempo para fazer o meu intercâmbio?” CONVERSA FIADA! A pergunta certa é: “Qual é o meu sonho?”. Se você não vencer o seu medo e for persistente, você não vai chegar lá. E digo isso também para quem quer um emprego melhor, uma casa ou se formar, ao invés de realizar um intercâmbio.
E aí as pessoas listam inúmeros problemas, como: falta de tempo para se preparar, tempo curto para uma experiência, falta idioma, falta dinheiro, a mãe não deixa, o pai não quer. Para com essa ladainha! Deixa eu te contar sobre as minhas barreiras:
- Quando eu falei para o meu pai sobre a minha viagem ele franziu as sobrancelhas e de supetão perguntou: “E o trabalho? E a aula? Como ficam?”. Foi um trabalho árduo fazê-lo aceitar. Dizer a um pai que você vai abandonar emprego e trancar a faculdade é ter muita coragem, ainda mais se for um pai como o meu. Enfim, sobre a faculdade foi fácil, afinal você pode retomá-la quando voltar. Já o emprego é preciso demonstrar a confiança de que você vai conseguir um melhor ainda. Argumentei sobre a experiência que eu iria adquirir culturalmente e profissionalmente, e o projeto me ajudou bastante, afinal eu terei a responsabilidade de conseguir investidores para uma ONG egípcia.
Mas são detalhes, você não precisa abandonar tudo para fazer o seu intercâmbio, há projetos de seis semanas e você pode argumentar com o seu chefe sobre o profissional que ele teria no final de tudo. Pode ainda trazer um trainee para dentro da sua empresa, no seu lugar, para não deixar lacuna e garantir o seu lugar quando retornar.
Para você que reclama do preço de passagens e do intercâmbio, admito que esse fora o meu maior medo. Mas depois que você pesquisa passagens mais baratas, que descobre que pode parcelar em muitas vezes e que o preço se torna mais acessível quando é feito desse jeito, fica aliviado. As pessoas pediram para eu considerar a hipótese de adiar o meu intercâmbio. Juro pra você, que se eu adia-se dessa vez eu não o faria mais, porque talvez eu arranjasse um emprego melhor ou começasse um estágio, e lá se vai o sonho.
Quanto ao idioma você pode praticar com colegas, familiares, trainees que já viajaram ou que estão na sua cidade. Existem cursos online gratuitos de praticamente todos os idiomas. Você pode ir para Portugal, África ou para a América Latina e de bônus desenvolve o espanhol. Ainda mais com os programas de intercâmbio da AIESEC que oferecem contatos com um mundo de trainees de diferentes nacionalidades.
Converse com os amigos, os voluntários da AIESEC, os seus pais, os seus colegas de trabalho. Trocar idéias, experiências, histórias, pode fazer com que você troque essa conversa de: “Ai, eu não vou conseguir, blábláblá”; por: “Hey! what’s up, my friend?”




Não importa de quem é a marca, e a quem isso vai beneficiar, só quero ouvir esse acervo novo da Legião. Parem de brigar por dinheiro e briguem por cultura.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Rishikesh "A India Zen"

Índia: 2º Maior População Mundial e 7º lugar em extensão territorial e você ainda acha que tudo é igual, onde você for? 
O Brasil no Norte é extremamente igual ao Brasil no Sul, quanto a costumes, comidas típicas, danças, crenças e até mesmo expressões linguísticas? " Não" e a Índia também não.

Nossa próxima parada: Rishikesh! Aquela parte da Índia que você houve muito falar e imagina encontrar por tudo, com templos para meditação, medicina alternativa, 'hippies' por todos os lados e acreditem pessoal:  Álcool é proibido lá, não há possibilidade de comprar nem beber lá.
Rishikesh virou área turística. As vacas continuam nas ruas,  autos - tuk tuk, rickshaw - por todos os lados, buzinadas, indianos, turistas e assim por diantes, a Índia normal. A diferença está no foco dos turistas mais 'hippies' que ali vão e trazem uma energia mais 'zen' para o ambiente. 


O rio Ganga (Ganges) atravessa o lugar e - surpreendam-se - é limpo, águas cristalinas e nada daquela história de corpos mortos, sujeira, gente tomando banho, não ali! (Isso é em Varanasi). E assim o turismo se desenvolve: rafting, camping em uma praia artificial (onde dá até para jogar vôlei de praia), hiking, escalada e até tirolesa. Um passeio inesquecível e imperdível.




Fomos de trem, um pouco mais confortável que o ônibus - ver o post 'No balanço do busão' - de classe sleeper também, totalizando 9 horas de viagem. Paramos em Daramshala, uma cidade antes, para ver a celebração no Ganga, realizada todas as noites, com flores e velas colocadas no rio. Linda!
No dia seguinte, 30 km e 3h de ônibus e chegamos a Rishikesh: rafting, meditação, caminhadas e aquela tranquilidade que é necessária após 5 meses - muito intensos - de Índia.